Limpando a poeira

Nossa!, parece que foi ontem em que eu postava alguns textos simplórios e pedia ajuda aos leitores (quem lê assim pensa que são muitos lol) para avaliá-los. Eu agradeço de coração aos que me deram as preciosas dicas e afirmo que elas foram essenciais para que alcançasse o objetivo almejado alguns posts atrás. YEAH, BABY, PASSEI NO VESTIBULAR! BIOLOGIA UnB! :D

De lá pra cá posso afirmar que minha vida mudou drasticamente: dias estão voando mais do que nunca, lugares novos, amizades novas e acima de tudo uma sensação que não sentia desde a minha 6ª: o prazer em estudar. Acreditem ou não, até Cálculo parece bacana de se estudar. Embora eu esbarre na preguiça durante os estudos, estudar passou a ser algo prazeroso e espero que continue assim até o fim do meu curso. :P

Esses dias andei com um desejo de postar algo novo e voltar a mexer no blog. Não vou mentir que até considerei a ideia de mais uma vez fazer um blog novo. Sei lá, as vezes acho que a unica solução pros meus projetos é começando do zero, porque sempre me empenho mais quando a coisa é nova, mas aí, acaba morrendo. Dei uma mudada aqui no visual do TNN. Nada grande nem tão belo, mas deu ao menos uma animada.

Acho que vou ter o que postar nos próximos dias. Férias chegando e grande quantidade de informação sendo acumulada aqui e que precisa ser compartilhada.
Então é isso, até a próxima.


Escrevendo, endo, endo Pt. 2

Pwnado em uma revisão rápida pelo pessoal da Bird, vou dar continuidade e tentar fazer algo melhor que a primeira.

Considerando que os textos da prova têm caráter unicamente motivador, redija uma dissertação, apresentando argumentos que se contrapanham à seguinte concepção de tempo expressa pelo poeta clássico Ovidio: o tempo, esse devorador de coisas.

Implacável e não fazendo destinção alguma daquilo que leva consigo, o tempo é um carrasco paciente. Traz a morte as pessoas que vivem; às cidades, ruínas; às culturas e costumes, o esquecimento. As vezes recebe ajuda de algum fator externo, como o clima que desgasta construções e doenças que encurtam a vida. Entretanto, há sempre os que buscam amenizar a sua passagem de qualquer forma: plásticas são feitas para se esconder a idade, fotos são tiradas para guardar os momentos que se foram, as tradições se repassam por gerações e até mesmo renovações ideológicas surgem.

Na tentativa de fazer com que acontecimentos bons ou ruins fiquem registrados, o homem faz seus filmes, tirou suas fotos e escreve a respeito, sempre buscando repassar essas informações a gerações futuras. A mídia e os livros são certamente as melhores armas já utilizadas contra esse vilão cauteloso, pois através delas podemos rever, aprender e guardar a história do mundo e da humanidade, mesmo que grande parte deste acervo se perca pelos mais variados motivos ou ação do tempo.

A passagem dos anos é também uma grande inimiga daqueles que gostam de preservar uma boa aparência, uma vez que, juntamente com a gravidade, a idade tem o poder de deformar os traços corporais. Porém, novamente soluções foi encontrada para atrasar esse processo: cirúrgias plásticas, aplicações de botox, todos com propósito de manter a beleza e a forma por mais anos. Mesmo estes metódos sendo provisórios, satisfazem os que deles usufruem.

Já no que diz respeito a questão socio-política, o deus Chronos – nome dado ao tempo na mitologia grega – funciona como agente renovador. Traz consigo novas ideologias, tendências e torna pequenos os conflitos antigos, deixando pensamentos obosoletos que atrasam o mundo de lado. A exemplo temos o fim do Medievalismo e o surgimento do Renascimento, onde mais uma vez foi exaltada a razão em meio a todos os paradigmas e imposições existentes. Porém essas renovações apresentam um caráter incerto, porque não se pode prever as suas consequências, se serão boas ou não.

Em sintonia com esses fatos, o tempo pode sim ser um “devorador das coisas” como afirmava o filósofo, entretanto, muitas foram as maneiras encontradas pelo homem para desacelerar suas ações, ou mesmo as invalidar, embora uma delas se apresenta até o momento incapaz de ser detida: a morte.

Então, dei uma lida nessa e pareceu estar bem melhor que a primeira (das quais recebi boas críticas, via msn e pans). Mas uma vez espero que me ajudem. :)


Escrevendo, endo, endo.

Então, com eu havia dito, vou escrever algumas redações e espero que vocês mandem o feedback. :)

Com base nas ideias sugeridas, escolha uma ou até duas delas, como tema, e redija uma dissertação em prosa, utilizando as informações que deem consistência a seu ponto de vista. (textos eram sobre “Fronteira” no sentido literal e figurado)

Preso ao mundo físico, o homem tem necessidade de imaginar, dar asas aos seus pensamentos e ir além da realidade. Entretanto, não só de forma figurada que fronteiras cercam a humidade. Inventada para definir limites sob quaisquer aspectos, territoriais, imaginários ou científicos, a palavra fronteira representa muito mais do que se imagina.

Quando trata-se da questão territorial, é quase instântaneo lembrar de invasões e conquistas militares, além da simples separação de países. Presenciando várias guerras ao longo de sua história, o mundo viu a dominação do Império Romano, demarcando seus limtes muito além de sua capacidade de protegê-las.  Também viu a disputa entre Brasil e Bolívia pelo Acre; a Segunda Guerra Mundial, que resultou em uma reconfiguração das fronteiras europeias durante os conflitos e, ao fim, em uma outra.

Já no que diz respeito a ciência, os profissionais da área se vêem cercados de barreiras. Perigosas ou burocraticas, essas envolvem também a questão ética. O cientista vê-se em um dilema, pois da mesma forma que atos banais, como  clonagem e o uso de animais em pesquisas podem resultar em grandes descobertas, elas também são fadadas ao fracasso. Dessa maneira os especialistas têm que escolher em construir seus estudos de forma ponderada e de acordo com a ética envolvida, ou arriscarem, obtendo suas tarjas de monstros ou heróis dependendo de seus resultados.

Por outro lado, buscando esquecer tudo e viajar além do que seu corpo permite, o homem imagina. Políticos, militares, médicos, crianças; todos imaginam, na intenção de obter aquilo que não está a seu alcance, rompendo barreiras de mundos distantes ou imposições. Quaisquer que sejam os motivos, o homem tem a necessidade de pensar e fugir dos limites do mundo material.

Da mesma forma que tem a necessidade de estipulá-las, o homem também tem a de romper fronteiras. Separando territírios, dividindo crenças e estipulando limites, elas sempre existirão e cabe a homem fazer uso do bom-senso para melhor saber quando quebrar essas barreiras, uma vez que muitas delas são essênciais para preservação da ordem na Terra, e até mesmo do mundo em si.

Talvez eu escreva novos posts com novas redações ainda hoje. Quero lembrar a vocês que não utilizei corretores nem algo do tipo, porque na hora H não vou dispor de tais ferramentas, ou seja, se tiver tudo tranks quanto a normal culta e o vocabulário, mérito meu; se não estiver, também é mérito meu. eheheh


Update trimestral

E aí, pessoal, tudo jóia?

Então, mas uma vez passei séculos sem postar nada de novo ou ao menos continuar o que vinha postando, mas como disse, deste blog aqui não vou desistir, não mesmo. Vou dar um breve parecer do que andou acontecendo de uma forma diferente, acho eu.

Dormiu, comeu, bebeu, sofreu e rimou com “u” todas as vezes que pode.

Ficou mais velho, continuou o mesmo.

Cortou o cabelo, viu o primo casar,

Dançou na festa e não chorou no altar.

Decepcionou a mãe, chateou o pai, ligou pro irmão.

Conversou com a amiga, almoço no amigo

E até fez uns novos.

Chorou, jogou, pensou… Estudou? No!

Escutou música, baixou música, organizou música… Terminou? No!

Passou de ano, ajudou alguns e riu de outros.

Voltar a jogar e novamente, parou de jogar.

Até no blog volta a postar.

Mas resposta da pergunta que nem sabe qual é

essa ele ainda não sabe, e nem quer rimar com “ar”.

Sei, tá bem gay isso aí, aliás, nem sei se ficou bom, mas eu de certa forma gostei. Acho que não faltou nada.

Voltarei a postar frequentemente, assim espero. Esse final de semana já tem prova do processo seletivo. Não estudei o que devia, então vou contar mesmo é com a sorte e o pouco que sei, Biologia aí vou eu se tudo der certo. Na outra é o vestibular. Reli O Hobbit, estou relendo O Senhor dos Anéis e espero terminar todo o Legendarium até o final do ano. Não gosto de correr muito com os livros, por isso acho que o fim do ano é até um prazo aceitável, um por semana ou dois da tranquilo (tem gente que lê os 3 ou 1 [o grossão] em um único dia).

Por hoje é só, ainda não sei bem o que postar. Acho que amanhã sai algumas redações, estou treinando e não tenho ninguém pra me dar umas dicas, então espero poder contar com o feedback de vocês até o domingo.

Abraços pros mano e beijos pras minas. :)



Um Problema Com o Mundo

“Everybody’s wondering how
the world could get this way”

Thinker

Traduzindo esse trecho de música, seria algo como “Todo mundo se pergunta como o mundo pôde tomar esse caminho”. E é seguindo o pensamento principal dessa obra – The Problem do Downhere – que esse post será guiado.

A principio de conversa, Downhere é uma banda gospel Canadense, com músicas de primeira, bons arranjos, letras e vocais perfeitos. Do albúm Ending is Beginning, essa em particular não chega a ser a mais atraente do álbum, mas olhando sua letra linha por linha, não necessariamente com um caráter religioso, chegamos ao ponto de reflexão mór e retomamos ao trecho citado acima: o real problema do mundo.

Fome, doenças, egoísmo, desprezo, individualismo…. eu poderia passar horas digitando tudo de ruim que o homem causa a si mesmo e ao resto do mundo, mas não é esse o ponto, e sim buscar uma reflexão sobre como. Mais uma vez buscando versos da música, seria uma “organização secreta”, o “demônio com seus exército?” ou seríamos nós mesmos? Tomando por base a última opção como resposta, imagino se haveria uma solução para isso; se tudo de errado que fizemos fosse deixado para trás e buscassemos uma forma mais pura de vida.

Desde sempre, somos ensinados a amar, a respeitar e ajudar o próximo, ao menos é que se espera da educação vinda dos pais. É um paradigma, e que considero um dos melhores já estipulados, que a boa educação vinda de berço pregue valores básicos como o simples fato de amar mais o proximo. Mas o ponto é: se a maioria de nós recebeu estes ensinamentos, por que ou em que ponto eles se disvirtuam? Afirmo com certeza que é essa disvirtuação a causadora de todo o mal que agravea o problema, e diria que combater ela seria a melhor solução.

Sei que só enrolo e não desenvolvo de forma mais coerente e clara o tema, que repito e repito (tomara que não caia um tema desses na redação de vestibular, senão tava frito D: ), mas minha intenção maior não é essa, mas a de desabafo e de questionamento aos que lêem. Para você aí na frente de seu monitor, qual seria a melhor forma de começar a resolver o problema? O que você acha disso?

Para quem se interessar em ouvir a música por completo eu sinto muito, no youtube não tem nada, a não ser versões ao vivo e de péssima qualidade. Também não consegui upar ou achar algum lugar pra colocar, se der certo eu algum outro lugar eu edito o post e colo. Nem tradução da música eu achei, auhaiuah, sorte pros manjadores de inglês, porque eu realmente não to afim de traduzir ao menos por agora.

There’s got to be some reason
for all this misery
A secret evil corporation
somewhere overseas
They’re pulling strings,
arranging things
It’s a conspiracy

Or what about the ones who
shape the course of history?
What if we petitioned for one
grand apology?
I’ll write to my prime minister
You, write your president

Everybody’s wondering how
the world could get this way
If God is good, and how it could
be filled with so much pain
It’s not the age-old mystery
we made it out to be
Yeah, there’s a problem
with the world
And the problem with the world
is me

Some will say the devil
and his legions
They put us in a headlock
of submission
But they lost all power over me
A long, long time ago

And since I was a kid you know
I’ve caused a lot of hurt
And no one ever taught me how
to put myself first
It came so very naturally
But I’m not a prodigy

So I will look no further
than a mirror
That’s where the offender hides
So great is my need
for a redeemer
That I cannot trust myself

No, I cannot trust myself
I dare not trust myself
So I trust in someone else

The sooner you can sing along
The sooner you can sing this song
The happier we’ll be
The problem with the world is me

Nota: Esse post não foi escrito com a intenção de informar ou treinar minha capacidade de escrever. É apenas um desabafo. Claro, não vou dizer que escrevi só por escrever, sem analisar e procurar as melhores palavras. O fato é que ando meio pertubado, inseguro sobre o que quero – salvo apenas esse tema, que há muito venho querendo abordar. E isso me atrapalha um tantão na hora de soltar o verbo.

De qualquer forma, espero que tenham refletido sobre o tema, comentários com sua opinião, solução ou que for são bem-vindos.


Histórico Musical

I <3 Music

Uma série de posts que farei, relatando meu contato com a música, nesse post apenas um breve resumo.

Jovem de 15 um tanto deslocado, encontra um amigo escutando um so maroto e pergunta:

_ E aí mano, que som massa é esse?
_ Bloodavenger, já ouviu?
_ Nunca tinha curtido, que estilo é esse?
_ Ah mano, issae é metal, saca?

_ Ah, só!

horas depois na loja de cd…

_ Aí tio do cd, cê tem cd do bludrevenge aí?

_ Que?

_ É mano, bludavenger eu acho..”

_ Não, jovem, nunca ouvi falar dessa banda, não. No máximo Blood Avenger, não é isso não?

_ Esseae mesmo, tio. Dá um cd deles.

Em casa…

_ Ai Glauber, o cd massa que eu comprei, bora escutar

_ Tocaê..”

Tá, meu primeiro contato com a música não foi Blood Avenger, mas digamos que tenha sido nesse mesmo sentido. Tudo começa com meu irmão comprando um cd de seleção de rock (anos 90), aqueles todo oleosos porque tá cheio de banda grunge, Pearl Jam, Nirvana, Audioslave e por aí vai.

Dessa forma, sempre seguindo o que meu irmão mais velho escutava, fui aprendendo a gostar de rock e suas vertentes. No começo o que tocava em casa era Pearl Jam ( Vs., Ten, No Code), ele comprou todos, e contina comprando até hoje. Depois passou para uma coisa mais pop, R.E.M., todos aqueles sucessinhos dos anos 80 e como um bom adolescente, teve sua fase metaleira e de camisas pretas. E eu sempre escutando junto, mesmo sendo bem mais novo que ele (10 anos).

Quando ele saiu de casa, eu continuei escutando as músicas que ele recomendava e até hoje faço isso, mas aí comecei a ter um estilo mais próprio. Ele indicava uma música do Keane, Coldplay eu gostava e baixava a discografia toda porque me amarrava no som, depois era uma do The Corrs e tudo quanto era banda. Nessa fase começou a surgir as diferenças, ele não encara mais um metal, enquanto eu ainda canto bem alto um Massacration.

Hoje escuto de Rock Gospel até Eletrônica, quase tudo mesmo. Sem mencionar nas inflências adiquiridas escutando as músicas de meu pai e minha mãe, ou seja, MPB e mais MPB, desde Elis Regina até as que fazem sucesso hoje em dia, e sempre apreciando algumas.


Continuando

20move-600

É fato que logo após o primeiro post, parei, travei e novamente não dei continuidade no que diz respeito ao blog. Entretanto, isso é passado e cá estou eu novamente para retomar o projeto.

Provavelmente os que esperavam algo duradouro a caminho se decepcionaram por não ver nada além do primeiro escrito, talvez até se perguntaram o porquê de ter parado. Mas isso é de simples resposta: eu estava bastante empolgado com a idéia, e juntamente com meu amigo Eduardo, fundador da Bird, tentei estilizar um modelo meu para o blog, algo além dos moldes propostos pelo Free WordPress, ou seja, skin, domínio próprio e algumas outras coisas (aliás, o site de testes ainda está no ar, se alguém quiser conferir, acesse aqui). No final das contas nada deu certo, o tempo encurtou, comecei a jogar e a preguiça veio. Agora está decidido vou deixar o blog simples, sem querer algo além do meu alncace e que provavelmente apenas me faça enrolar e deixe os posts de lado.

Nesse meio tempo em que o TNN. esteve morto, fiz prova do vestibular da UnB, viajei (férias, uhu!) e coloquei aparelho. :) Como diria Jack o Stripador: “vamos por partes”. Primeiramente, o vestibular. Mal preparado e ciente de que não alcaçaria muita coisa, eu tive um baque, porque a nota foi até razoavel, não o suficiente para passar na faculdade de Comunicações Sociais mas era para outros cursos, o que me fez ficar com raiva por não ter escolhido estes outros na hora da inscrição. Mas é bom que assim eu aprendo a ter mais humildade e botar na minha cabeça que o que sei é nada comparado ao que preciso, vai que eu faço do estudo uma rotina, que é o que estou precisando.

Quanto as férias, elas foram o de sempre, viagem para o Pará, ver as mesmas pessoas, as mesmas conversas e perceber que com o tempo você realmente fica deslocado em um lugar que já morou, mesmo que tenha sido por anos.

Agora o aparelho, ah! esse foi uma experiência legal, me deu um visual novo (postarei fotos na galeria assim que as bater) que eu até gostei. Os três primeiros dias e o período com o espaçador foram os mais dolorosos e enjoados, não consiguia mastigar direito e doia bastante, mas agora estou acostumando e vamos ver se volta a doer na manutenção.

Então é isso pessoal, não vou garantir postagens diárias, mas algo no mínimo uma por semana. E confiram a galeria, que fotos eu devo postar frequentemente.

Até a próxima! ;)


Marco Zero

Olá, pessoas!Pointzero

Mais uma tentativa minha, que agora espero dar certo, de criar um blog e manter ele atualizado, onde eu possa transmitir meus pensamentos, ideias ou qualquer coisa que venha à minha cabeça. E cá estou para apresentar este blog.

Primeiramente, falemos do nome. Alguns provavelmente devem se perguntar o porquê desse nome. E isso é realmente bem simples de responder: todo nome que eu tentava registrar, já aparecia como “já registrado”, então, de zoação, resolvi digitar “thereisnoname” (não há nenhum nome), eu estava meio que pensando “porra! não sobrou nada que eu possa nomear, ao menos os que eu pensei já estão registrados”, e para meu espanto deu certo, porque eu já havia tentado nomes como untitled1, nothingleft, letitgo, etc.

Agora, vamos aos interesses que eu tenho em relação a esse blog. Acima de tudo é praticar bastante minha capacidade de argumentar ou mesmo escrever coisas, seja baseado em algum tema ou ao acaso, o meu intuito principal é tornar isso um objeto de estudo, uma vez que, estou me preparando para as provas de vestibulares. E acredito que ao menos ter capacidade, ou ânimo de escrever sobre qualquer coisa na hora da redação, esses posts no blog tenham sido de alguma ajuda.

Espero que gostem e vamos comentar, hein! :b


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